quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

NASCIMENTO DE VIDA

quando nascemos, já sabemos que nossa vida não vai ser fácil de lidar com ela. sofremos de mudança de face............

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

kwarup

povo kamayura realizaram festa neste anos de 2015 no dia 26 de julho, foi uma festa tão emociante pra as pessoas que esteve presenta na festa durante a noite inteira com os indios kamayura. essa festa foi para caique kotok kamayura,  homenageando seu pai que faleceu a um anos atras, que era um grande pajé e grande cacique e era bom lide dos seu povos kamayura.
os kamayura, estiveram um vantagem na luta o seus adversários não foram bastante, os grande lutador Takumã kamayura, derrubou seu adversário na primeira luta, entre campões de luta huka huka .    


domingo, 2 de novembro de 2014

aldeia kamayura

os povos kamayura habitam no mato grosso, há muito tempo, durante todos anos não tiveram um sofrimento. hoje eles sofre por causa do calor...

quinta-feira, 31 de julho de 2014

ije

cultura é uma coisa muito legal curtindo e dançando.......

toryp kamaiura re tajm anga ara rehe rak

no dia 18/07/2014 os kamaiura foram ao pescaria, pegaram poucas peixes para os outro povos, que vieram participa o Kwarup na aldeia kamaiura. no dia 25/07/2014, os convidadore foram para convidar outra aldeias para vim. no dia seguente outras aldeias começaram achegar na aldeia kamaiura, no domingo começou a festa kuarup, huka-huka....
poucas lutadores perderam na luta em a força........ 

terça-feira, 8 de julho de 2014

luagar bom para viver e muitas história para ouvir


Esta história   versa sobre a origem do jogo de bola tradicional dos Kamayura e da luta huka – huka. Na história conta como surgiu huka – huka e (joetyk) jogo de bola (mangawa apitap. A trama envolve uma rapaz que foi procurar uma esposa em aldeia de outra etnia, a das onças. O rapaz convive algum tempo com a esposa sem o conhecimento dos pais dela, mas os sogros acabam descobrindo sobre o relacionamento. Depois de submeterem o rapaz a alguns testes, nos quais ele se sai bem, os sogros o aceitam. O mesmo não ocorrer com os cunhados e outros membros do grupo, que odeiam o rapaz e tentam matá-la no decorrer dos jogos de bola e das lutas praticadas pelas onças, que estariam na origem do jogo tradicional de bola e da luta huka - huka dos Kamayura.   

O rapaz havia aprendido com a esposa a jogar e lutar bem, e saía vencendo em todas as disputas. Porém estava consciente do perigo que corria, então decidiu fugir e voltar para sua aldeia, abandonando e deixando inconsolável a esposa grávida. Os sogros foram até lá e levaram a alma do rapaz, causando a sua morte.

Na narrativa são descritas várias disputas, envolvendo o rapaz e a esposa, de um lado, e o sogro e a sogra de outro, bem como entre o rapaz e diferente espécies de onças.

O mangawa apitap “jogo de bola”, constituía um elemento tradicional da cultura Kamayura. Era disputado entre dois distintos grupos, como forma de competição intertribal, e também jogado entre os próprios Kamayura, para treino e diversão. Com a introdução do futebol na aldeia, o jogo caiu em desuso. Tarakwaj, autor da presente versão da narrativa, ainda praticava o jogo, que foi presenciado por Kanutari (Koka).

A bola era pequena, do tamanho de uma bola de pingue-pongue, e branca. Era feita com resina de mangaba, que depois de fervida ia endurecendo e podia ser moldada como uma bola. Alternativamente, era uma bola oca por dentro, elástica e que, ao bater no chão, produzia um ruído. Para a confecção deste tipo de bola, camadas da resina eram passadas sobre partes do corpo do individuo e, com auxilio de uma semente, era depois retirada em forma de tiras. Estas eram usadas para envolver uma semente, de modo a molda uma bola. Depois esta era cortada ao meio para a retirada da semente, sendo as metades novamente unidas e envoltas com novas camadas de resina.

No desenvolvimento do jogo, a bola podia ser movimentado somente com os joelhos e com a cabeça, exceto no primeiro lance, quando a mão era usada para iniciar o processo de levantamento da bola. O jogador A lançava a bola com a mão na direção do jogador B, este rebatia com o joelho, atirando-a na direção de A, que por sua vez rebatia com a cabeça, e assim por diante. Os demais jogadores tinham por tarefa recuperar a bola quando esta se desviava da linha de jogo. Cabeceando a bola, ou impulsionando-a com o joelho, conforme a altura em que ela estivesse, iam trazendo-a até o principal jogador. Objetivo de cada jogador principal era fazer com que a bola acertasse alguma parte do corpo do adversário, o que defina a vitória. Quando isto acontecia, os equipes trocavam de lado no campo. Nas disputas formais, envolvendo distintos grupos, costumavam jogar pela manhã e também à tarde. Se o grupo visitante obtinha a vitória no jogo, os jogadores entravam na casas dos s vencidos e pagavam como prêmio todos os pertences, como (rede, cesta, arco, e outras coisas) que ali estivessem. Quando a disputa era vencida pelos jogadores do grupo anfitrião, eles tomavam todos os pertences dos visitantes, que então regressavam sem nada para sua aldeia. Do mesmo modo na narrativa, o jogo era sempre precedido pelo luta chamada joetykap, em Kamayura, e conhecida pelos não-índios como huka- huka, denominação dada por eles. Trata-se possivelmente de uma formação onomatopaico, relacionada aos gritos que os contendores emitem durante a luta.

Diferentemente do jogo de bola, a luta se conservou e é de grande relevância na cultura Kamayura e alto-Xinguana em geral. Está presente no Kwaryp “Quarupe” e em outras celebrações, e é bastante conhecida através da mídia.

domingo, 2 de março de 2014

muitas pra aprender


Como foi para você a experiência   das entrevista ?
A minha entrevista foi assim : quando  eu fui fazer entrevista, -primeiro, eu  tenho que me prepara, como fazer a pergunta na língua e também  saber ouvir , quando ele  conta a historia. E saber junta a informação  certa da historia.
Eu aprendi , quanto fui fazer uma entrevista  saber lidar com idoso, respeitar quanto ele está falando, não interromper a fala dele. O que me deu muito atenção,  o que ele aprendeu, o que ele viveu, com os pais e avô e em fim.
Quem foi entrevistado?
Foi jati kamayura e kujawiru kamaiura. São entrevistado
Não foi uma pessoa qual que, ele é um pajé, ele tem um conhecimento diferente de raizeiro, e ele também conhece erva medicinais dos pajé. E ele já sabe as regras da s raízes.
E ele sabe a regras dos kwarup, e ele já foi o dono das festa kwarup  muitas vez e ele tem muito experiência , ele sabe organizar festa. O que pode fazer naquele momento da cerimonia.
Como é o lugar onde aconteceu a entrevista?
O lugar onde aconteceu a entrevista, foi na casa dele.  Foi  do lado casa dele embaixo do pé de pequi, tinha laranja do lado.
Quanto e em que ocasião você conseguiu fazer esse entrevista?  
Conseguir fazer a entrevista, no momento que ele estava trabalhando com artesanato e outra atividade dele.
Comecei a fazer a pergunta a ele. Queria saber a  historia. Ele me falou de outra historia do kwarup,  envolvendo os animais e peixe.  Quem  fazia a festa  era  animais e peixes, para pintar o filho de onça, ai o sol e lua a apareceram na historia. Ate que ele chegou no assunto, que eu queria chegar ele  pegou a historia  do mavutsinin que criou a mãe do sol e a  lua. Sol e a lua, são neto de mavutsinin,  foi ai que a historia surgiu; quando eles perderam a sua mãe, ai que eles  tiveram  ideia de trazer a sua mãe de volta.






















Mito Kamayura “KAMAYURA PORONETA

Cultura Kamayura


A cultura Indígenas não é um só, cada povos indígenas tem um modo de viver, pensar e de fazer as coisas como dança. Esses conhecimentos são compartilhadas há muitos tempos e fazem com que cada cultura seja o que e  se renove sempre a suas cultura.
Os povos Kamayura por exemplo: no passado distinguiana - se também os Kamayura pela especialidade em arco preto e outros.
 Na cultura Kamayura os indivíduos passam por período de reclusão de variável, em diferente momento de sua vida. Um desse momento é aquele em os jovens de ambos os sexo atingem a puberdade. Durante a reclusão obedecem a um rigorosa dieta alimentar, e adquirem o conhecimentos de que necessitarão em sua vida adulto.  Entre outros momento em se dá a reclusão, estão aquele que em ocorrem o nascimento do primeiros filho da pessoa.
Cerimoniais intertribais importante dos Kamayura e também outros.  Kwaryp, jawari, festa dos mortos que marca o termino do período de luto, realizada em aldeia. Jawari, é uma festa realizada depois do Kwaryp, para o termino do período de luto da pessoa, que perdeu a sua família ou parente. A realização do Kwaryp, quando uma pessoa morre como: caciqui, cantor, lutador e a pessoa que representava a comunidade na festa por ex: quando o convidador vai para outra aldeia tem aquela pessoa que é chamada para representar a sua comunidade. Quando morre pessoa, para enterra essa pessoa eles tem que escolher um buraco, na cultura kamayura tem modo de enterra pessoa....
 Eles começam a se preparar, as pessoas que enterraram, essas pessoas que vão ser responsável daquela família. Primero preparação é cortar apenap (um tipo cemiterioi) depois eles coletam pequi depois vão para pescaria, entre nesse período acontece também uma brincadeira é arukaka e outros brincadeira também. Até chegar no fim da festa.
Outras festa realizada pelo povo Kamayura:( são festa cotidiano como, taurawana, takwara,maurawa( festa do pequi) e outras festa. Cada uma dessa festa tem seu modo de fazer e realizar a festa, as regras são diferente um a outro. Cada festa tem seu dono, e modo de ser  alimentado como: taurawana  é uma festa realizada em qualquer momento, o seu dono pode levar peixe mingau e outros alimentos.
Outra historia também relatar, historia sobre a origem do jogo de bola tradicional dos Kamayura e da luta huka – huka. Na historia conta como surgiu huka – huka e (joetyk) jogo de bola (mangawa apitap. A trama envolve uma rapaz que foi procurar uma esposa em aldeia de outra etinia, a das onças. O rapaz convive algum tempo com a esposa sem o conhecimento dos pais dela, mas os sogros acabam descobrindo sobre o relacionamento. Depois de submeterem o rapaz a alguns testes, nos quais ele se sai bem, os sogros o aceitam. O mesmo não ocorre com os cunhados e outros membros do grupo, que odeiam o rapaz e tentam  matá- lo no decorrer dos jogos de bola  e das lutas praticadas  pelas onças, que estariam  na origem do jogo tradicional de bola e da luta hukaa huka dos Kamayura.   


Mito e a origem kwaryp

história
Este mito relata a origem do kwaryp por dois irmão gêmeo, o neto da  mavutsinin. Esse cinco mulheres foi criado e enviada pra aldeia da onça, para se casar com a onça, e são as filhas de mavutsinin, e era cinco mulheres, e só as duas que chegaram na aldeia da onça e se casaram. A irmã mais nova ficou grávida do seu marido.   Quando os irmão estava   na barriga da mãe, e a sua mãe foi morta pela sua sogra.
Com isso pensaram trazer de volta a sua mãe, e foram ate aonde a sua mãe esta enterrada (sepultura da mãe deles). Quando removia a terra para desenterrar a sua mãe pra tira-la da terra. O corpo dela já estava putrefato, tentaram chamar a sua mãe. Respondia com a voz bem fraca.
Não conseguiram, eles tiveram outra ideia de trazer ela de volta,  homenagear ela, eles procuraram madeira boa pra fazer isso, e encontraram  madeira que se chamar ( kami’ywa) para  homenagear a sua mãe. Cortaram e pintaram cada um desse kuarup   representavam a pessoa e a sua pintura também representa o sexo da pessoa, como feminina e masculino.       
  Enquanto eles pintavam o irmão foi convida o cantor para cantar para ele, é por isso que ate hoje se usa.  Por isso quando a pessoa for homenageado, o dono da festa tem que convidar o cantor para ir cantar. Quando o cantor estava cantando á água se movia bem no meio da lagoa, (onde é agora aldeia morena esta). Também ninguém podia ver, quando esta grávida ou que já pariu e mestrúada também, para não evitar a transformação deles.
Alma das pessoa vinhal a direção do tronco, enquanto a mulher estava dormindo, bem no meio da lagoa, um tipo de onda se formava, era alma das pessoa que estava ali no meio. Enquanto as pessoa gritavam, e ela acordou curiosa querendo ver, o que estava acontecendo no centro da aldeia. Eles estavam tão contente com isso, trazendo a pessoa para sua família. E estava quase chegando o espírito das pessoas, a transformação já estava bem ao pé da pessoa, faltava mais um pouco para concluir, todas as pessoa ficavam contente de ver.
E ela saiu de casa correndo para ver o que estava acontecendo no pátio da aldeia. Quando ela viu o tronco voltou normal como era antes, as almas se transformaram como jiboia. Por isso ate hoje respeitamos o jiboia nosso sabemos quem ele é; as pessoa que estava perto de kwaryp, ficaram triste e ficaram bravo com a mulher.
Os irmão ficaram triste não há como fazer e desse:  -  deixa que nosso neto ficarem assim, só pode homenagear e só pra lembrar dos seus irmão e irmã, filhos (a), não há como fazer... foi assim que eles disseram definiram as regra, como vão ser organizado e preparação.
A segunda historia disse, ante de nós, quem usava essa festa, era animais e peixe. Os animais que realizavam a festa para pintar o filho da onça-  pintada, os convidado foram os peixe, para festejar e pintar o filho da onça com a sua pintura. A onça estava querendo pintar seu filho com a pintura de (uruwi). Na história aparece uma personagem que se chama (katsinin,) que foi com os peixe na festa.